Foto 327 – Uma das suas partes mais importantes é o bairro “Recife Antigo”, local que deu origem à cidade em meados do século 16.
Foto 328 – Nesse bairro, na Praça Rio Branco, está o marco zero da cidade, ponto a partir do qual Recife nasceu e se expandiu.
Foto 329 – Bem ao lado, está o parque das esculturas, de autoria do artista Francisco Brennand.
Foto 331 – Seu teto, pintado em estilo Barroco, é obra de um certo “Michelangelo pernambucano”.
Foto 332 – Em frente à igreja, no pátio de São Pedro, existe um conjunto de casas coloniais tombadas, que hoje abrigam diversas exposições culturais e memoriais de personalidades regionais.
Foto 333 – Uma dessas personalidades é Luiz Gonzaga, o "rei do baião".
Foto 334 – Tem também Chico Science, finado vocalista do grupo pernambucano Nação Zumbi, precursores do movimento “Mangue Beat”.
Foto 335 – Muito da arte pernambucana está presente nos artesanatos que retratam a história e o cotidiano da região.
Foto 336 – E boa parte desse artesanato é comercializada no tradicionalíssimo e antiqüíssimo mercado público de São José.
Foto 337 – O vibrante mercado, nascido em 1875, possui mais de 500 boxes, com imensa diversidade de produtos e serviços.
Foto 338 – No “FRIGORÍFICO BIFÃO” lá estava ele, o Bifão em carne sem osso. Já o frigorífico, devia estar de folga nesse dia.
Foto 339 – Jack, o estripador.
Foto 340 – Aquarela de frutos do mar.
Foto 342 – Mas amanhã, quem sabe, poderá ser o dia da caça!
Foto 343 – Com “oito pila” eu e a Alexia saboreamos o prato do dia em um restaurante popular no mercado público.
Foto 344 – Que eu me lembre, foi durante esta viagem a primeira vez que comi um caju in natura.
Foto 345 – Em Recife só passa sede quem quer.
Foto 346 – Pô, me vê uns 5 aí...
Foto 347 – Igrejas, vamos observar mais algumas.
Foto 348 – Os interiores são sempre muito bem trabalhados e reluzentes.
Foto 349 – Neste caso, muito do que reluz é ouro.
Foto 350 – Excelente ponto comercial para alguém segurando uma placa publicitária com os dizeres “COMPRA-SE OURO”.
Foto 351 – Este é o Convento de Santo Antônio, onde também há um museu Franciscano de arte sacra.
Foto 353 – Uma demão de tinta, quem sabe?
Foto 354 – Na manhã seguinte, pegamos um ônibus até a famosa praia de Porto de Galinhas.
Foto 355 – Praia onde o metro quadrado é disputado a tapa pelos que vivem do turismo, muito mais do que pelos turistas em si.
Foto 356 – Vai lá vender coco, que o mar não tá pra peixe!
Foto 357 – Em contrapartida, o mar está para um passeio de jangada.
Foto 358 – O mar está bom para um passeio, tanto quanto para um mergulho. O mar está bom para ser contemplado, fotografado. O mar fotografado volta a ser contemplado.
2 COMENTÁRIO(S). DEIXE O SEU:
Irmão,
Essas igrejas do período colonial são deslumbrantes.
Bode é muito forte, se o cara tomar muito sol ou comer demais, vai ter problemas de relacionamento com o intestino.
Você falou em Caju, amigo, já estive num pomar de cajueiros no interior do Ceará, que coisa linda... no final da tarde a região inteira fica impregnada daquele perfume único da fruta, são riquíssimas em vitamina c e fibras.
Grande abraço,
NIlson Soares
Já fiz muita festa no pátio de São Pedro. Lá tem o encontro dos tambores silenciosos.
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